
Sobre o Erotes
Ninguém, além de nós mesmos, sabe o que se passa em nossa mente.
Medo, desejo, vergonha e culpa são apenas algumas das perturbações que
nos assombram diariamente.
Para alguns, o ato de apenas pensar na palavra sexo, pode gerar estímulos imaginários, liberar adrenalina e preparar o corpo para fugir ou lutar.
Para outros, esse mesmo pensamento traz efeito contrário e ativa os hormônios da felicidade.
Mas, será que existe um processo biológico que explique o que desencadeia esses sentimentos sob o ponto de vista físico? Ao longo dos séculos, pensadores, endocrinologistas e neurocientistas buscaram respostas para definirem essa diferença no “pensar humano”.
O portal Erotes nasceu com o objetivo de trazer essas informações de um modo simples e prático para que qualquer pessoa, de qualquer idade, possa compreender quais são as químicas que o cérebro emite para que a gente se sinta bem em qualquer circunstância.
Este espaço foi dedicado a você que tem diversas dúvidas
e não tem coragem de perguntar.
Com a ajuda de especialistas, médicos, terapeutas e sexólogos,
o portal Erotes vai te fazer dar um dos passos mais importantes da sua vida e chegar ao caminho da felicidade por meio do autoconhecimento.
A partir de agora, é você quem cria sua prioridade de leitura.
Nós queremos saber o que você está achando das reportagens
e artigos e sobre qual assunto quer tirar dúvidas.
Por isso, escreva pra gente somoserotesonline@gmail.com
A história de Erotes
Erotes foi o nome dado, na mitologia grega, aos quatro deuses alados,
filhos de Afrodite. Da mãe, deusa da sensualidade e beleza, cada um deles herdou
um dom específico. Juntos, eles representam as diferentes facetas do amor.

O mais famoso deles, Eros, era um deus alado que é retratado sempre com arco e flecha, o chamado cupido. Ele é o deus do amor mais puro e verdadeiro. Era quem unia as pessoas produzindo nelas a simpatia. Eros também gostava de conviver com as musas e caritas no Olimpo.
Himeros era o irmão gêmeo de Eros.
Ele é conhecido como o deus do desejo sexual, do amor carnal, que era a consequência de amor não correspondido. Juntos, Himeros e Eros, eram companheiros constantes da mãe. Há várias obras de arte que retratam os dois com Afrodite.

O terceiro filho, Pothos, era o deus da paixão louca, irracional, inconsequente, do conhecido amor ardente. Ele fazia parte do cortejo de Afrodite e sempre carregava uma vinha. Por isso, alguns dizem que o deus representa também o vinho.
Mas esse papel é mais reconhecido por Dionísio - deus do vinho, das festas e do prazer.

E o último dos fillhos que compõe Erotes é Anteros. Com poder semelhante à Eros, ele literalmente é a antítese do irmão, o anti-Eros.
Ele trabalhava para separar os aspirantes ao amor. Era o deus do amor vingativo, do amor não correspondido. Não permitia que as pessoas tivessem muito contato e nem que se aproximassem. Ele é retratado carregando um taco de ouro e setas de chumbo.

Também, derivado de Erotes temos o erotismo, que expressa o caráter ou tendência ao que é erótico, representando a sexualidade de maneira explícita.